terça-feira, 5 de outubro de 2010

Curso: Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC
Cursista Lindalva Carneiro da Silva

UNIDADE 4 – CURRÍCULO, PROJETOS E TECNOLOGIA
ATIVIDADE 2B - PLANO DE AULA.

I. Identificação:

Unidade Escolar: Escola Paroquial Cristo Rei
Série: Programa Se Liga (2º 3º e 4º ano do Ensino Fundamental)
Turno: Vespertino
Faixa etária: 08 a 10 anos
Professoras: Lindalva Carneiro da Silva, Rosinalva C. Silva Magalhães, Lúcia Lagares e Antonia Rodrigues.
Período: 2 (duas) semanas (20 a 30/09/2010)

II. Objetivos:

• Criar um ambiente de desenvolvimento da competência leitora e escritora dos alunos participantes do Programa Se Liga;
• Identificar o poema como gênero textual, reconhecendo suas características;
• Criar situações que desperte o prazer pela leitura de poemas e poesias;
• Interpretar o texto poético, relacionando-os com fatos reais e desenvolvendo a sensibilidade poética;
• Ler e conhecer poesias de diferentes autores;
• Incentivar a produção textual com gênero poético.


III. Conteúdo Programático:

• Leitura e interpretação;
• Produção de texto gênero: poético com uso das tecnologias.

IV. Materiais Necessários:

• Computadores: Imagem Paint, Word.
• Internet
• Data Show/caixas de som;
• Obras literárias: Coletâneas Caminho da Poesia e Pé de Poesia – São Paulo: Global, 2006 (Coleção Antologia de poesias para Crianças); Antropologia poética de Carlos Drummond de Andrade; Os melhores poemas de Cecília Meireles; Os melhores poemas de Vinícius de Moraes.
• CD Músicas: Trem de Ferro: Tom Jobim e Manuel Bandeira, Victor e Léo: Borboletas.
• Impressora;
• Papéis, canetinhas, colas, tesouras etc.

V. Ações Didáticas:

1ª Semana:

- Introdução dos trabalhos: apresentação da seqüência de ensino e seus respectivos objetivos, incentivando a participação ativa de cada um;
-Levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos a respeito de poesias/poemas através de uma roda de conversa;
- Exposição das obras literárias: coletâneas e de várias poesias impressas de diversos autores, para que eles observem, comentem etc. despertando-os para a diversidade de autores e as formas como são escritas.
- Apresentação no data show das músicas: Trem de Ferro de Tom Jobim e Manuel Bandeira e borboletas de Victor e Léo, cantarem as músicas acompanhando ritmo e entonação dos cantores; Solicitar que duas duplas de alunos recitem as músicas, contextualizando-a enquanto gênero poético;
- Organizar uma roda de leitura, os alunos irão escolher e realizar a leitura das poesias silenciosamente, a professorar realizará a leitura em voz alta de algumas poesias escolhidas pelos alunos, posteriormente solicitar que lêem e comentem em voz alta incentivando os alunos a expressarem seus sentimentos a respeito da leitura realizada;
- Realizar um momento de exposição oral com uso da internet e data show sobre alguns aspectos importantes que caracterizam um poema: rimas, versos, estrofes, pontuação, ritmo, entoação;
- Os alunos navegarão pela internet, buscando conhecer diversos autores e posteriormente cada aluno selecionará uma poesia que mais lhe chamou a atenção, as poesias serão impressas pela professora e os alunos montarão um mural com as poesias indicadas.

2ª Semana:

- A partir do mural será solicitado que cada aluno escolha uma palavra presente no poema e que este queira lembrar sempre e elabore um acróstico com palavras, os acrósticos serão apresentados em forma de recital;
- Escolher um acróstico e a partir dele produzir uma poesia coletivamente e/ou individual (de acordo interesse dos alunos), cujos textos serão reescritos após correção pela professora, verificando: título adequado, seqüência dos versos, ritmo, concordâncias, recursos poéticos;
- Os alunos irão ilustrar a poesia usando editor de desenhos: Paint;
-A produção coletiva será postada nos Blogs das professoras: http://lyndalvaljd.blogspot.com/rosinhanomundovirtual.blogspot.com/

VI. Avaliação:

A avaliação acontecerá através de leituras de textos poéticos, confecção do mural, analise das produções, atenção nos momentos de leituras, apresentações e exposições orais, envolvimento individual em cada etapa dos trabalhos solicitados.

VII. Referências:

ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. 35. ed. Rio de Janeiro: Record, 1996. 276 p.
ARANTES, Priscila. Arte e mídia: perspectivas da estética digital. São Paulo: Editora Senac, 2005.
Caminho da Poesia e Pé de Poesia – São Paulo: Global, 2006 ( Coleção Antologia de poesias para Crianças) Coletâneas diversos autores.
MEIRELES, Cecília. Os melhores poemas de Cecília Meireles. 3. ed. São Paulo: Global, 1988. 196 p. (Os melhores poemas, 9).
MORAES, Vinícius de. Os melhores poemas de Vinícius de Moraes. 5. ed. São Paulo: Global, 1987. 148 p. (Os melhores poemas, 8).
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
http://www.scribd.com/doc/23878683/Textos-Poeticos
http://www.sobresites.com/poesia/portais.htm.

CURRÍCULO, PROJETO E TECNOLOGIA

Curso: Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC
Cursista Lindalva Carneiro da Silva

UNIDADE 4 – CURRÍCULO, PROJETOS E TECNOLOGIA

ATIVIDADE 2A - SOCIALIZANDO UMA EXPERIÊNCIA COM PROJETO EM SALA DE AULA.


O projeto intitulado “Baú de Leituras”, fundamentou-se na política de educação social, cujo objetivo geral era o de fortalecer o desenvolvimento sócio-político-cultural de crianças e adolescentes, atendidas pelas Associações conveniadas com a ONG Visão Mundial, através do estímulo à criatividade e do fortalecimento a auto-estima, oportunizando a inclusão social e o exercício da cidadania.

Levando em consideração os resultados alcançados por este projeto no decorrer do ano de 2009 pela Associação proponente e em consonância com a necessidade de inclusão social e digital dos alunos do Programa Se Liga (visa alfabetizar crianças com distorção idade-série e provoca mudanças na educação formal. Isso porque ele introduz na rede escolar uma cultura de gestão eficaz, focada em resultados), da Escola Paroquial Cristo Rei, onde atuo enquanto professora regente.

Constatei que era de grande relevância para o processo de ensino e de aprendizagem aplicá-lo no processo de alfabetização, já que o mesmo apresenta uma metodologia dinâmica e inovadora para o desenvolvimento da competência escritora e leitura. Fiz poucas alterações no documento original (projeto), acrescentei apenas alguns componentes tecnológicos e mídias que contribuíram significativamente para o alcance dos resultados, pois, segundo Paulo Freire,...“aprender para nós é construir, reconstruir, constatar para mudar, o que não se faz sem abertura ao risco e à aventura do espírito”.

Neste sentido, os principais conteúdos curriculares trabalhados foram leitura e escrita com o uso das tecnologias e de outras mídias (data show, DVD, TV, etc.), essas tecnologias aguçam o interesse e mobiliza a participação dos alunos no processo de alfabetização, possibilitando fluir com mais tranqüilidade e naturalidade o desenvolvimento das competências e habilidades em leitura e escrita.

Com o desenvolvimento das atividades do projeto, os alunos estão mais familiarizados com o uso das ferramentas tecnológicas, sendo que muitos destes alunos nunca antes tiveram acesso a esses recursos, conseguem navegar pela rede através dos links, além da utilização de vídeos (sons e imagens) e de jogos educativos, Pretende-se dá continuidade ao projeto neste quarto bimestre, com a utilização do editor de texto (Word), onde os alunos irão digitar textos produzidos em sala de aula e se possível postarem no blog da escola com a colaboração dos professores orientadores.

Portanto, vale frisar que este vem contribuindo para a inclusão digital, elevação da auto-estima dos alunos, despertando o prazer pela leitura e escrita além de tornar mais dinâmico e prazeroso o processo de alfabetização.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Filhos autônomos, filhos felizes

Os pais criam os filhos autônomos quando lhas ensinam aquilo que precisa ser feito, da maneira que acreditam ser correta, capacitando-os para a vida e não os abandonando à própria sorte. Não é preciso se preocupar cem o momento de soltá-Ios, pois eles mesmos caminharão com as próprias pernas para fazer tudo o que lhes foi ensinado.
Quando for cobrar, verifique o que foi assimilado e complete com as orientações que ache que ficou faltando.Entretanto, tenha isso em mente: a base para desenvolver a autonomia está em ensinar a seus filhos os valores que você acreditar serem corretos e estabelecer regras convenientes. E também deixar claro aquilo que espera deles.
Pais capacitados a educar os filhos sabem dar responsabilidade a eles, sabem até onde podem exigir deles, e não exigem nem mais e nem menos que isso; não extrapolam e nem se omitem e têm a autoridade para impor a disciplina necessária. Se você deseja ser um bom pai ou uma boa mãe, deve e pode, aprender a fazer tudo isso.

Um casal só se capacita na tarefa de ser pai e mãe por meio de muito diálogo, muito interesse, muita paciência e determinação. O .resultado sempre vale à pena.

Os pais têm que ter autoridade. Ela é conquistada com respeito, posicionamento, valor e determinação. As crianças reconhecem alguém com autoridade e obedecem a voz de comando. Deixar os filhos à vontade para fazer o que quiserem toma-os inseguros, sem rumo e infelizes.

Senão há quem as oriente e as controle, as crianças, em geral, ficam perdidas, não sabem o que fazer. Quando isso acontece, está aberto o caminho que possivelmente levará seus filhos a tomarem-se crianças problema.

A bíblia diz que os nossos filhos são como flechas na mão do arqueiro.
Você precisa saber para onde as atira, pois, se as jogar ao acaso, sem mirar, elas irão parar em qualquer lugar, a, em geral, nunca vão para o lugar que você gostaria.

(Cris Poli - Super Nani)
"Devemos sempre nos questionarmos, o que é preciso fazermos enquanto educadores e pais, para contribuirmos na construção da autonomia e felicidades de nossas crianças?"

Reflita!!

A ESCOLA

(Paulo Freire)

Escola é...
O lugar onde se faz amigos,
Não se trata só de prédios, salas, quadros, programas, horários e conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
Gente que estuda, trabalha, se alegra, se conhece, se estima.
O aluno é gente, o diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente, cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo,
irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”.
Nada de conviver com pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém,
Nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Escola é lugar de estudar, mas o importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem, é conviver...
Ora, é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil estudar, aprender, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
Ser feliz!

Mudanças tecnológicas

Pensando sobre possíveis mudanças e contribuições das tecnologias na educação

A construção de uma escola pública que eduque “de fato” para o exercício pleno da cidadania que seja instrumento real de transformação, espaço em que se desenvolvem as quatro competências (Competência pessoal aprender a ser); Competência social aprender a conviver); Competência produtiva aprender a fazer); Competência cognitiva aprender a aprender), que tornam nossas crianças autônomas solidárias e competentes, contrapõe-se o modelo gerador de desigualdades e exclusão social de inspiração neoliberal.

Essa mudança é de extrema urgência, haja vista, que a educação é um processo de vivencias e de construção coletiva de conhecimentos, e que este deve ter o educando na condição de protagonista, sujeito da reflexão, construção e avaliação do processo de ensino e aprendizagem, portanto, a escola deve caminhar lado a lado com as crescentes transformações em todos os campos da vida humana, buscando incansavelmente a inserção desta clientela neste complexo, competitivo e gigantesco universo da globalização.

Devemos ser realistas e termos consciência de que essas mudanças vão requerer muita atenção de nossa parte, não nos cabe fazermos as mesmas coisas que faríamos antes, o contexto atual é outro, computadores, internet, celulares, e diversas outras tecnologias fazem parte de nossa realidade, portanto, não podemos e nem devemos ignorá-los.

O papel do professor, portanto, é dar um sentido ao uso da tecnologia, produzir conhecimento com base a um labirinto de possibilidades. “O computador trouxe novas situações de aprendizagem que o professor deve gerenciar” (SANTOS, Raimundo Silva, 2008).

Portanto, as tecnologias na escola podem contribuir significativamente para o desenvolvimento das atividades curriculares que atendam a essas atuais necessidades, mudando nossas práticas e vivencias enquanto mediador da construção de conhecimentos, tornando nossas estratégias cada vez mais dinâmicas, criativas e significativas, potencializando e otimizando a aprendizagem de nossos educandos, tornando-os participativos, cooperativos e autônomos.




Plano de aula - Ciências.

PLANO DE AULA

Identificação:

Escola Paroquial Cristo Rei
Série: Programa Se Liga
Professores: Lindalva Carneiro Silva, Marilúcia Rodrigues Lagares, Sebastiana Pereira, Antonia Rodrigues, Rosinalva Carneiro S. Magalhães.
Disciplina: Ciências
Data: 25/08/2010

Competências:

Conhecer e compreender, de modo integrado, as noções básicas relacionadas ao meio ambiente;
Compreender que os problemas ambientais interferem na qualidade de vida das pessoas, tanto local quanto globalmente;
Adotar posturas na escola, em casa e em sua comunidade que os levem a interações construtivas, justas e ambientalmente sustentáveis.

Conteúdos:

Meio Ambiente e seus elementos;
Formas de intervenção no meio ambiente: poluição e reciclagem.

Ações Metodológicas:

1º Momento:

Acolhida:
- Apresentação do vídeo com o poema “Bairro de Lata” (autor: Alberto Pereira e voz Zélia Santos).
- Problematizar o poema, e questioná-los sobre a relação com o conteúdo a ser abordado;

2º Momento:

Exposição audiovisual relacionado ao conteúdo abaixo:
1. Meio Ambiente e seus elementos;
2. Formas de intervenção no meio ambiente:
- Poluição: tipos de poluição e conseqüências à vida;
-Reciclagem: conceito, etapas e benefícios (ambientais, econômicos, sociais e políticos).
- Problematização do conteúdo abordado, dando espaço para os alunos esclarecerem as dúvidas, fazerem questionamentos, colocações, relato de fatos etc.

3º Momento:

Trabalho Grupal: A turma será divida em quatro grupos, onde irão representar através de imagens, desenhos e texto:
1. Como é o ambiente que sofre degradação pela ação humana;
2. Como seria o ambiente preservado pela ação humana.

4º Momento:

Desenvolver uma atividade individual denominada: Você é ecologicamente correto? Esta dinâmica propõe que os alunos auto-avaliem seu nível de consciência ecológica.

Recursos:
Humanos: alunos e professores.
Tecnológicos: Data show, computador, caixa de som, revistas, papel sulfite, papel madeira, canetinhas, pinceis, lápis de cor, cola.

Avaliação:

A avaliação será realizada através de observação do envolvimento e participação dos alunos nas atividades propostas e através da analise das produções solicitadas.

Bibliografia:

Parâmetros Curriculares Nacionais 1ª a 4ª Séries. Online, http://www.mec.gov.br, 14/10/1999.
http:/www.youtube.com.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Prática Pedagógica e Mídias Digitais


Reflexão sobre Prática Pedagógica e Mídias digitais do Curso tecnologia na educação: ensinando e aprendendo com as TIC

Em desenvolvimento da Unidade 3 do curso ensinando e aprendendo com as TIC foram solicitadas a realização de três atividades, dentre as quais solicitavam a análise de recursos educacionais, planejamento e execução de aula com material digital, neste sentido foram elaboradas e executadas duas aulas, a primeira priorizou-se recursos como: o computador, data-show, som e maquina digital, já a segunda utilizou-se de uma apresentação no Power Point e de vídeo da programação da TV escola (som, imagem e links) ambas as aulas foram desenvolvidas com os alunos do Programa Se Liga na Escola Paroquial Cristo Rei, na disciplina de Ciências, tendo como componentes curriculares o meio ambiente e seus elementos; formas de intervenção no meio ambiente: poluição e reciclagem, as competências em evidencia foram: conhecer e compreender, de modo integrado, as noções básicas relacionadas ao meio ambiente; compreender que os problemas ambientais interferem na qualidade de vida das pessoas, tanto local quanto globalmente; adotar posturas na escola, em casa e em sua comunidade que os levem a interações construtivas, justas e ambientalmente sustentáveis.

A receptividade por parte dos alunos foi satisfatória, houve participação, envolvimento e interação, como o próprio MORAN frisa: "todo o nosso ser é atingido e não só a inteligência" Daí a sua força", o uso das mídias nesse sentido, torna a aula mais viva, dinâmica e prazerosa, não é que os recursos por si só darão conta de transformar as informações em conhecimento, mais é que possibilita ao professor promover discussões, problematizações e reflexões a respeito dos conteúdos abordados utilizando-se de recursos fascinantes que vão além de ferramenta de escrever e armazenar textos, mas sim de um amplo sistema de (tele) comunicação de forma interativa.

Equivale destacar que a aprendizagem dos alunos ficou evidente através do desempenho nas atividades solicitadas, das discussões e reflexões orais e escritas em sala de aula, bem como, do compromisso firmado com relação à mudança de atitude para com o meio ambiente.

Segundo Moran os meios de comunicação (...) são mecanismos interessantes que dão vida à educação, pois, operam imediatamente com o sensível, o concreto, principalmente a imagem em movimento(...) ao mesmo tempo, utilizam a linguagem conceitual, falada e escrita, mais formalizada e racional (...) imagem, palavra e música se integram dentro de um contexto comunicacional afetivo de forte impacto emocional, que facilita e predispõe a conhecer mais favoravelmente (MORAN, 1994, 44), neste sentido o processo de ensino e de aprendizagem vem tomando outros rumos, uma multiplicidade de ferramentas vem dando subsídios teóricos e metodológicos que tornam uma riqueza impressionante de combinações que envolvem docentes e discentes no desenvolvimento deste processo.

Trabalhar desta forma é sempre uma oportunidade de ampliarmos nossas competências e facilitar nosso fazer didático-pedagógico, esses recursos facilitam o processo de ensino e de aprendizagem, pois, nos trazem informações novas e atualizadas, rápidas e precisas, de forma interativa e dinâmica quebrando uma prática que em muitos casos já virou rotina.

Equivale destacar que o uso do computador e suas vastas ferramentas em sala deve ser bem planejado e bem desenvolvido, haja vista que o "computador" por si só não vai transformar um "mal" professor em um "bom" professor, não existe tecnologia que resolva esse tipo de problema, essas tecnologias podem mudar a forma como essas competências são desenvolvidas de modo que verdadeiramente essas informações possam se transformar em conhecimento, caso contrário, nem professores e nem alunos passarão das páginas de bate-papo, enfim, estamos vivenciando um novo contexto educacional, onde a tecnologia é um desafio não somente no sentido de acesso as ferramentas, mas no sentido, de promover e otimizar o conhecimento de forma crítica e autônoma via ferramentas tecnológicas. Avante, educador!!